Calé - Joaquín Cortés

Espaço: 
Pavilhão Rosa Mota
Artista/Autor: 
Joaquín Cortés
Descrição: 

Nascido em Córdoba em 1969 no seio de uma família cigana, Joaquín mudou-se para Madrid e aos 12 anos começa a estudar dança, actuando com essa idade num programa da TVE. Com 15 anos ingressa no Ballet Nacional de Espanha onde rapidamente ascende a solista. Depois de deixar o Ballet Nacional participa em diversas galas junto a bailarinos de renome internacional como Maya Plisetskava, Silvie Guillem e Peter Schauffuss.
Em 1992, depois de actuar no Teatro Champs Elysées em Paris, cria a sua própria companhia, Joaquín Cortés Ballet Flamenco, com a qual se estreia no Teatro Albéniz de Madrid. No ano de 1995 estreia o espectáculo "Pasión Gitana" no Teatro Albéniz de Madrid, passando depois por mais de 30 países, sendo de destacar as actuações no Festival de Spoleto, na Radio City Music Hall de Nova Iorque, no Universal Amphiteatre de Los Angeles, do Royal Albert Hall de Londres, na praia de Ipanema no Rio de Janeiro, no Poliedro de Caracas, no Tokyo Forum e na Plaza de Toros de las Ventas de Madrid. "Pasión Gitana" é ainda hoje o espectáculo espanhol mais visto em todo o mundo. Dois anos depois, a banda sonora do espectáculo é gravada e denominada "Gypsy Passion Band" e é editada a nível mundial, sendo Joaquín ainda nesse ano convidado a actuar no Festival de Jazz de Montreaux.
Em 1998 Joaquín Cortés é convidado a actuar na Expo’98 de Lisboa e cria a Fundação Cigana Joaquín Cortés de modo a difundir, divulgar, promover e desenvolver a cultura e a arte cigana. Joaquín Cortés é o primeiro bailarino da história a levar a moda para os seus espectáculos, sendo vestido por "designers" internacionais como Giorgio Armani, Jean Paul Gaultier, Paul Smith ou Narciso Rodríguez. No ano de 2005 Cortés estreia um novo espectáculo, "Mi Soledad" no Auditório Nacional do México e desloca-se a Moscovo para participar na homenagem à grande bailarina Maya Plisetskaya. No ano seguinte leva o espectáculo a Paris, onde apresenta o novo vestuário desenhado por Jean Paul Gaultier. Durante esse ano foi imagem da Choppard, IWC, La Veuve Clicquot e, a nível mundial, da Samsonite.
Em Julho de 2007 Cortés desloca-se a Portugal para participar na cerimónia das "Novas 7 Maravilhas do Mundo" junto a José Carreras e Dulce Pontes, no Estádio da Luz, em Lisboa. Em 2008 Joaquín Cortés é nomeado embaixador da Unicef, em 2009 o seu legado artístico torna-se Património Mundial pela Unesco e em 2010 recebe a Medalha de Ouro das Belas Artes.
O seu novo espectáculo é "Calé", com o qual Cortés nos propõe uma viagem através das suas emoções pessoais ("calé" significa cigano, na sua língua). "Calé" é uma retrospectiva dos seus 20 anos de carreira, demarcando-se as suas influências e vivências e onde recorre à essência dos seus espectáculos anteriores ("Cibavi", "Mi Soledad", "Pasión Gitana", "Soul", "Live" e "Amor y Ódio").
Foi o próprio que dirigiu e coreografou o seu muito esperado espectáculo onde, uma vez mais, mostra a sua alma. Acompanhado por 16 músicos, dez bailarinas e um total de 40 pessoas que viajam e levam "Calé" pelo mundo fora. A música, como é habitual no artista, é uma fusão de ritmos e instrumentos criada à base do flamenco que volta a surpreendernos, e que se junta a um cenário de admirar pela forma como o artista deixa assim entrever os seus sentimentos e sensações.
Barcelona e Madrid foram os primeiros cenários a receber "Calé" e a grande estreia mundial foi no Beacon Theatre de Nova Iorque, a 14 de Maio. Em Portugal aguarda-se ansiosamente pelo novo espectáculo "Calé".

Data
Evento único: 
Domingo, 12 Dezembro, 2010 - 22:00
Preço: 

De €35 a €150

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